Zelda: Ocarina of Time

O ano de 1998 foi marcante para a história dos vídeo-games, lançamentos como Resident Evil 2, Banjo-Kazooie, Metal Gear Solid e até mesmo um mais cult como Grim Fandango. São jogos que, por não terem um gráfico às mil maravilhas (apesar de ser o top de linha da época) esbanjavam uma história foda e/ou jogabilidade muito boa. Só que um desses jogos se sobressaiu acima de TODOS, um jogo que até hoje e posto no topo de muitas listas de “melhores jogos da história” e isso ainda contando com alguns jogos de hoje. Estou falando de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.

Dessa vez não vou contar muito sobre a história por trás do jogo, do porque ele foi feito e afins, só vou dizer que esse foi o primeiro jogo da série Zelda em 3D. Um primor que muitos dizem só ter sido batido por “Breath of The Wild” (por mais que eu goste de “Ocarina Of Time”, concordo 100% com esta afirmação).

Dessa vez a história se passa antes do último jogo lançado até “Ocarina of Time” (neste caso o “A Link to the Past”), de forma que não espere muitas respostas. A história começa, como sempre, com Link (uma nova encarnação dele) acordando. Dessa vez o hylian morava na Floresta Kokiri, onde os habitantes eram crianças que não cresciam e sempre tinham uma fada, claro que por Link não ser natural de lá (ele não sabia desse mero detalhe) o garoto nunca teve uma companheira.

A Floresta possuía uma entidade chamada “Grande Árvore Deku”, que em uma bela manhã, ordena que a fada Navi traga Link à sua presença… e é aí que a aventura começa. Rapidamente você já está no primeiro templo do jogo, um templo bem simples para ir se adaptando a nova jogabilidade  (especialmente se você estava muito acostumado com os anteriores). É interessante, conforme o jogo avança você ver as raças de Hyrule de outra visão (de novo, isso caso você só tenha jogado os anteriores). Mas aqui quero me atentar à história, o jogo vai te mostrando tudo pouco a pouco e Rauru vai te ensinando tudo o que precisa saber.

A trilha por si só é algo maravilhoso, admito que as vezes escuto ela e lembro de cada detalhe (e olha que não sou lá muito chegado em OST) e isso junto com o fato que você pode tocar qualquer música na ocarina (eu disse QUALQUER, você encontra com facilidade na internet diversas partituras de músicas clássicas para serem tocadas). Ocarina essa que leva o nome do jogo, onde você consegue ir e voltar no tempo (é o primeiro jogo da série que tem essa mecânica, isso se você desconsiderar a mudança de mundos de “A Link to the Past”), viagens essa que geram toda a confusão que partiu daí da timeline.

Enfim, “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” é um jogo que mesmo depois de 15 anos de tê-lo terminado pela primeira vez, eu ainda o jogo, só por diversão e imersão que sinto no jogo. E garanto que vou fazê-lo por diversas vezes.